
Uma prova de como fusui funciona é o menor número de mortos-vivos em Nanpuu: cemitérios e necrópoles em localizações mais positivas diminuem a negatividade que facilita a necromancia e a reanimação espontânea de um cadáver. Contudo, a demora e as dificuldades extras que isto acarreta na construção de um lugar faz com que fusui costume ser usado apenas para prédios importantes e duradouros como obras públicas e santuários dracônicos. Outras desvantagens são: seguir o fusui pode prejudicar a função da construção, por exemplo enfraquecendo as defesas de uma cidadela com fendas propícias para o fluxo de qi; e que certos danos à estrutura podem causar um estouro súbito de má sorte que certamente afetará os habitantes, o que já foi aplicado em certas armadilhas dracônicas contra aventureiros mais destrutivos.
Como convém a seres que valorizam boa fortuna e planejamento a longo prazo, o passatempo de alguns dragões é registrar e comparar locais afetados por fusui com aqueles que não o foram. Sendo tanto de Nanpuu quanto Drakazin, eles se encontram em lugares neutros como Abalm para discutir os seus dados e avançar a arte.
A geomancia kurskiana inclui técnicas equivalentes, e se sabe que a bússola magnética foi inventada em Kurskgrad para este fim. Isto é vital para definir o posicionamento das câmaras cristalinas onde Kursk mantém a suas fazendas de líquen que absorvem energia da terra ao invés do sol.
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